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Trump Retira EUA da UNESCO Acusando Órgão de Viés Ideológico

O Departamento de Estado dos EUA confirmou a decisão, declarando que a agência teria se tornado um palco para a politicização e que a gestão atual não estava fazendo as reformas necessárias. A saída da UNESCO soma-se a outras retiradas de acordos e organizações internacionais promovidas pela administração Trump, como o Acordo de Paris sobre o clima e a Organização Mundial da Saúde (OMS), refletindo uma tendência de unilateralismo e questionamento de instituições multilaterais. A porta-voz do Departamento de Estado enfatizou que os Estados Unidos continuariam a defender os seus interesses e os dos seus aliados em outras plataformas e através de contribuições diretas para programas que consideram importantes, sem a necessidade de filiação formal à UNESCO. Críticos da decisão alertam para o impacto negativo na diplomacia cultural e científica, além de enfraquecer a influência americana em fóruns onde decisões cruciais sobre patrimônio mundial, educação e liberdade de imprensa são tomadas. A UNESCO, por sua vez, lamentou a decisão, mas reafirmou o seu compromisso com a sua missão e a continuidade do trabalho com todos os Estados-membros, incluindo os Estados Unidos em outras capacidades, dada a influência significativa do país na área cultural e científica global. A retirada dos EUA da UNESCO levanta questões sobre o futuro da agência e sobre a abordagem americana às questões de cooperação internacional e patrimônio cultural, levantando um debate acalorado sobre o papel dos Estados Unidos no cenário mundial.