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Pesquisa PoderData revela alta desaprovação do governo Lula em janeiro de 2026

A pesquisa PoderData, divulgada em janeiro de 2026, revela um cenário desafiador para o governo do presidente Lula. O levantamento aponta que a avaliação do desempenho pessoal do mandatário atinge um índice de desaprovação de 57%, enquanto apenas 34% dos brasileiros demonstram aprovação. Este dado sugere um considerável desgaste na imagem do presidente em seu penúltimo ano de governo, especialmente quando comparado com o início de seu mandato. A percepção pública sobre o governo é um reflexo complexo de diversos fatores, incluindo a conjuntura econômica, a implementação de políticas públicas e a conjuntura política nacional e internacional. A série histórica de pesquisas de opinião pública permite traçar paralelos e entender as tendências de aprovação e desaprovação ao longo do tempo, oferecendo um panorama sobre a aceitação das ações governamentais pela população. Embora a desaprovação pessoal de Lula seja o dado de maior destaque, a pesquisa também trouxe comparações com o governo anterior. Cerca de 40% dos entrevistados consideram o atual governo melhor do que o de Jair Bolsonaro, o que indica que, apesar das críticas, uma parcela significativa da população mantém uma avaliação positiva em relação à gestão atual em detrimento da anterior. Essa comparação é fundamental para entender o posicionamento do eleitorado e as razões por trás de suas escolhas. O ano de 2026 é crucial para o governo Lula, pois marca o último ano de sua gestão e antecede um novo ciclo eleitoral no Brasil. A pesquisa PoderData, ao indicar uma desaprovação de 57% e uma imagem considerada pior do que a do governo anterior por alguns analistas, sinaliza os desafios que o presidente e seu grupo político terão pela frente. A capacidade de reverter essa tendência ou de mitigar seus efeitos será determinante para o futuro político do país e para o legado da administração atual. A análise detalhada dos dados da pesquisa, que geralmente segmenta as respostas por região, faixa etária, nível de renda e escolaridade, pode oferecer insights mais profundos sobre os grupos que mais desaprovam ou aprovam o governo, auxiliando na formulação de estratégias de comunicação e de políticas públicas mais eficazes para os meses restantes de mandato e para o período eleitoral vindouro.