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Juliana Marins: Peritos apontam possível sobrevivência prolongada e agonia após queda em vulcão

A trágica morte de Juliana Marins, ocorrida após uma queda em um vulcão, levanta sérias questões sobre os procedimentos de resgate e a avaliação do tempo de sobrevivência. Peritos sugerem que Juliana pode ter permanecido viva por cerca de 32 horas, período em que teria agonizado por mais de 10 minutos, caracterizando uma morte sofrida. Essa informação, divulgada por veículos como a CNN Brasil e UOL Notícias, contradiz a narrativa inicial e intensifica o debate sobre a eficiência e a agilidade das equipes de resgate em situações de emergência em locais de difícil acesso. A família, representada pela irmã de Juliana, expressou em entrevistas ao Estadão a convicção de que um socorro mais célebre teria evitado o desfecho fatal. “Se resgate tivesse sido acelerado, provavelmente estaríamos com ela”, afirmou a irmã, destacando um sentimento de impotência diante dos fatos. A cronologia dos eventos, que será detalhada pela família na sexta-feira, como noticiado pelo O Globo, promete lançar mais luz sobre as 14 horas em que, segundo testemunhas citadas pela CNN Brasil, Juliana teria emitido pedidos de socorro após a queda. Essa extensa janela de tempo para comunicação, mesmo em estado crítico, reforça a hipótese de que a jovem poderia ter sido resgatada viva caso as operações de busca e salvamento tivessem sido otimizadas e com um tempo de resposta menor. A análise detalhada do caso, com a apresentação de novas informações pela família, é crucial para entender as falhas no protocolo de emergência e para prevenir que tragédias semelhantes ocorram no futuro. A discussão também abrange a importância da preparação e do treinamento das equipes em ambientes hostis e a necessidade de protocolos claros para o acesso e a retirada de vítimas em áreas vulcânicas ou de grande altitude, onde cada minuto pode ser decisivo para a sobrevivência. A sociedade espera por respostas concretas que possam trazer algum consolo à família e garantir que medidas corretivas sejam implementadas.