Filho de Maduro apoia Delcy Rodríguez após ordem da Suprema Corte para assumir Presidência
Em um desdobramento político significativo na Venezuela, Nicolás Maduro Guerra, filho do atual presidente, declarou apoio incondicional a Delcy Rodríguez, após a Suprema Corte do país ter ordenado que ela assumisse a Presidência. Essa movimentação surge em um contexto de crescente instabilidade e especulações sobre a solidez do regime de Nicolás Maduro. A indicação de Rodríguez para liderar o país, mesmo que interinamente ou como parte de uma transição, sinaliza uma estratégia de consolidação de poder entre figuras consideradas leais ao governo. Fontes internas, citadas por veículos de imprensa globais como a BBC e o G1, sugerem que a escolha visa garantir a manutenção do controle e a cooperação com aliados, incluindo aqueles em potencial com os Estados Unidos, conforme apontado por análises do R7. A decisão da Suprema Corte, um órgão intrinsecamente ligado ao governo, reforça a tentativa de Maduro de manter o controle em meio a desafios internos e externos. O apoio declarado do filho de Maduro à sua designação sublinha a importância da unidade familiar e da lealdade ao regime neste momento crítico, visando apresentar uma frente coesa perante a opinião pública e a comunidade internacional. A ascensão de Delcy Rodríguez à Presidência, mesmo que temporária, representa um ponto de inflexão para a Venezuela, com implicações significativas para a política interna e as relações diplomáticas. A própria Rodríguez, com uma trajetória política marcada pela defesa ferrenha do chavismo, inclusive como Chanceler e Vice-Presidente executiva, é vista como uma figura chave para a continuidade das políticas atuais, embora sua eventual cooperação com os Estados Unidos levante questões sobre futuras negociações e alívio de sanções, conforme especulado pelo R7. Paralelamente, informações divulgadas pelo UOL Notícias indicam que há um descontentamento crescente nas fileiras militares e sinais de traição dentro do próprio regime. Esses relatos adicionam uma camada de complexidade à situação, sugerindo que a estabilidade promovida pela Suprema Corte pode ser tênue. A percepção de que pessoas leais ao regime são mais adequadas para liderar o país, como sugerido por fontes ao G1, reflete a crença de que a preservação do poder político é o objetivo primordial em detrimento de uma abertura democrática ou reformas estruturais profundas. A dinâmica atual na Venezuela, com a Suprema Corte intervindo na sucessão presidencial e o filho do presidente endossando a escolha, é um reflexo direto das artimanhas políticas empregadas para manter o controle em tempos turbulentos. A comunidade internacional observa atentamente, ponderando as implicações dessa nova fase na já complexa crise venezuelana e os possíveis desdobramentos em termos de governabilidade, direitos humanos e estabilidade regional. A capacidade de Delcy Rodríguez em navegar estas águas turbulentas, equilibrando lealdades internas e pressões externas, determinará em grande parte o futuro imediato do país.