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Três Dias Sem Luz em Copacabana e Leme: Moradores e Comerciantes Enfrentam Caos, Prejuízos e Falta dÁgua

A falta de energia elétrica que assola os bairros de Copacabana e Leme, na Zona Sul do Rio de Janeiro, completou três dias de sufoco para milhares de pessoas. A interrupção no fornecimento, que começou em diversas ruas e se alastrou por grande parte dos bairros, gerou um cenário de caos, forçando moradores e comerciantes a operarem com geradores, muitos deles sem condições financeiras para arcar com esse custo adicional. A situação se agrava com a interrupção no abastecimento de água em diversos prédios, intensificando o desconforto e a insatisfação da população.

Os prejuízos para o comércio local são incalculáveis. Restaurantes, bares, mercados e lojas de diversos segmentos estão impossibilitados de operar plenamente, resultando em perdas de produtos perecíveis e faturamento zerado. Muitos comerciantes relatam que os estoques foram comprometidos pela falta de refrigeração, gerando um impacto financeiro devastador. A ausência de energia também afeta a segurança dos bairros, com semáforos apagados e iluminação pública deficiente, aumentando a sensação de vulnerabilidade entre os moradores.

Diante da gravidade da situação e da demora na normalização do serviço, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e outros órgãos reguladores aplicaram multas à Light. Informações indicam multas significativas por dia de interrupção em Copacabana e Leme, o que demonstra a seriedade da falha na prestação do serviço. No entanto, para os afetados, as multas não resolvem os problemas imediatos de falta dágua, alimentos estragados e a paralisação de suas atividades econômicas.

A população, em sua maioria, demonstra indignação e cobra soluções definitivas por parte da concessionária. Relatos nas redes sociais e em entrevistas a veículos de comunicação revelam a frustração com a falta de comunicação clara e com a lentidão na resolução do problema. A expectativa agora é pela completa normalização do fornecimento de energia e água, além de medidas que garantam a reestruturação e compensação pelos danos causados a moradores e comerciantes, evitando que transtornos dessa magnitude se repitam no futuro.