Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026
O Estado de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (15 de janeiro de 2026) o primeiro óbito por dengue no ano. A vítima, cuja identidade e cidade de residência não foram divulgadas pelas autoridades sanitárias, representa um alerta sobre a circulação do vírus no território paulista. O número total de casos prováveis da doença no Brasil já atingiu a marca de 11 mil, evidenciando a necessidade de intensificação das medidas de prevenção e controle. Em 2025, o estado de São Paulo foi um dos mais afetados pela dengue, com dezenas de milhares de casos e centenas de mortes, o que reforça a importância do monitoramento contínuo e da resposta rápida em 2026. As autoridades de saúde reforçam a importância da eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, em residências e locais públicos. Ações como a limpeza de caixas d’água, a vedação de recipientes que possam acumular água parada e o descarte correto de lixo são fundamentais para evitar a proliferação do inseto. A colaboração da população é essencial para o sucesso dessas medidas e para a redução da incidência da dengue. A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo informou que está intensificando as ações de vigilância epidemiológica e entomológica para monitorar a evolução da doença e identificar possíveis novas áreas de risco. Além disso, campanhas de conscientização sobre os sintomas da dengue e a importância da busca por atendimento médico imediato em caso de suspeita estão sendo realizadas em todo o estado. Ações conjuntas entre os municípios e o governo estadual são cruciais para otimizar os recursos e garantir uma resposta eficaz ao combate à dengue, especialmente em um cenário de alta incidência esperada para o período. A preocupação se estende para outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, como Chikungunya e Zika, que também apresentam casos em diversas regiões do Brasil e podem causar complicações sérias à saúde pública. O rápido avanço da dengue em 2026, com a primeira morte confirmada tão cedo no ano, demandará vigilância constante e ações coordenadas para mitigar os impactos desta grave ameaça à saúde pública nacional e estadual.