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Eduardo Bolsonaro Resiste a Deixar Cargo na PF e Enfrenta Decisão Judicial

Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, manifestou sua intenção de permanecer como escrivão da Polícia Federal, desafiando as expectativas de um retorno imediato ao Brasil. A Declaração surge em um contexto de incertezas após o fim do mandato de seu pai, que impacta diretamente o status de Eduardo, anteriormente cedido para funções governamentais. A possibilidade de ter que reassumir suas funções na PF, localizadas no litoral do Rio de Janeiro, levanta discussões sobre a compatibilidade de suas atividades atuais com os requisitos do cargo original e a relação com eventuais investigações em curso, que poderiam dificultar seu retorno ao país. Essa resistência em deixar o cargo, mesmo sem mandato, sinaliza uma estratégia jurídica e política para preservar suas prerrogativas e possivelmente evitar medidas mais drásticas. A situação se agrava com o risco de prisão, que tem sido apontado como um fator determinante para a hesitação em voltar ao território brasileiro, sugerindo um receio quanto às consequências legais que poderia enfrentar ao reingressar no país. A manutenção do cargo na PF é vista, por alguns analistas, como um meio de garantir alguma estabilidade e proteção legal enquanto a situação política e jurídica se desenrola. A comunidade jurídica acompanha de perto os desdobramentos, questionando a legalidade e a ética de um servidor público em cargo de destaque manter sua posição enquanto reside no exterior e enfrenta possíveis impedimentos para seu retorno.