Coreia do Norte condena ação dos EUA contra Venezuela e pede libertação de Maduro
A Coreia do Norte classificou os recentes eventos na Venezuela como uma grave violação da soberania e um ato de interferência externa inaceitável, referindo-se à prisão do presidente Nicolás Maduro e sua esposa. Pyongyang reiterou seus princípios de respeito mútuo à soberania e não intervenção em assuntos internos de outros países, uma postura que tem se intensificado diante do que considera práticas agressivas de potências ocidentais. A nação norte-coreana expressou a esperança de que a democracia seja restaurada no país sul-americano, sugerindo que as ações atuais dificultam esse processo. A própria aparição pública de Maduro foi noticiada por diversos veículos pouco antes de sua captura pelos Estados Unidos, aumentando a tensão e as especulações sobre o futuro político venezuelano. A comunidade internacional segue dividida em suas posições, com alguns países apoiando a intervenção e outros, como a Coreia do Norte e a China, condenando-a veementemente e exigindo a libertação imediata das autoridades venezuelanas. A China, em linha com a Coreia do Norte, também solicitou a libertação de Maduro e sua primeira-dama, ecoando o pedido de respeito à soberania nacional e o direito do povo venezuelano de decidir seu próprio futuro sem pressões externas. Pequim tem mantido uma posição diplomática firme contra o que entende como sanções e interferências unilaterais, defendendo soluções negociadas e o respeito ao direito internacional. A situação na Venezuela continua a ser um ponto focal nas relações geopolíticas, gerando debates acalorados sobre a legitimidade de intervenções estrangeiras e o papel das potências globais em crises políticas internas. A condenação por parte de nações como a Coreia do Norte e a China sublinha a complexidade das alianças e a divergência de interesses no cenário mundial, impactando diretamente a estabilidade regional e as dinâmicas de poder.