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Virginia Fonseca enfrenta vaias e polêmicas em estreia como rainha de bateria

A tão aguardada estreia de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio no Carnaval do Rio de Janeiro foi cercada de expectativas, mas acabou se tornando palco de controvérsias e perrengues. Desde o início, a participação da influenciadora gerou debates, com alguns questionando sua conexão com a escola de samba e a cultura do carnaval. As vaias direcionadas a ela durante o desfile foram interpretadas por um professor de samba como uma “falta de respeito”, evidenciando a divisão de opiniões sobre sua presença. “É lamentável ver esse tipo de reação. O carnaval é um espaço de celebração e união, e vaias não condizem com esse espírito”, declarou o professor. A polêmica se estendeu para além da passarela, com boatos circulando sobre o valor exato que Virginia teria recebido para assumir o posto de rainha. A informação de que ela teria pago R$ 15 milhões para ser rainha da bateria foi desmentida, mas a filha do presidente de honra da Grande Rio admitiu que a negociação “não saiu como esperado”, alimentando ainda mais as especulações sobre os bastidores da contratação. A pressão e o escrutínio sobre Virginia foram evidentes, com seu marido, o cantor Zé Felipe, defendendo-a publicamente e afirmando que estaria disposto a criar músicas de rap para protegê-la de críticas, demonstrando o apoio familiar diante do turbilhão midiático. A performance de Virginia também foi marcada por incidentes, como um tapa-sexo que se soltou de sua fantasia e um susto com uma briga que ocorreu próximo a ela, adicionando elementos de drama à sua apresentação. Esses imprevistos, somados às críticas e boatos, pintaram um quadro de uma estreia longe do glamour esperado e repleta de desafios inesperados para a influenciadora que buscava consolidar seu nome no universo do samba.