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Mercado reduz projeção de inflação e Selic para 2026; dólar cai a R$ 5,45

O mercado financeiro revisou para baixo as projeções de inflação e da taxa básica de juros (Selic) para 2026, indicando uma perspectiva de maior controle de preços e um cenário de política monetária mais flexível no médio prazo. Segundo o último Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 caiu para X%, o que representa um sinal de otimismo quanto à capacidade do país de manter a inflação sob controle. Essa redução nas expectativas inflacionárias é um fator crucial para a ancoragem das expectativas futuras e para o planejamento econômico de empresas e consumidores.

A projeção para a taxa Selic em 2026 também foi ajustada para baixo, atingindo Y%, reflexo da expectativa de que o Banco Central terá mais margens para reduzir os juros à medida que a inflação se mostra mais contida. Uma Selic menor tende a estimular o investimento e o consumo, pois o custo do crédito se torna menos elevado. Essa dinâmica é importante para impulsionar a atividade econômica, mas deve ser acompanhada de perto para evitar pressões inflacionárias futuras.

Paralelamente, a moeda americana registrou uma queda, com o dólar fechando o dia cotado a R$ 5,45. Essa valorização do real pode ser atribuída a uma combinação de fatores, como a melhora nas perspectivas econômicas internas, a atratividade de ativos brasileiros para investidores estrangeiros e, possivelmente, intervenções pontuais do Banco Central. Um dólar mais baixo beneficia importadores e contribui para a redução da pressão inflacionária em bens comercializados internacionalmente.

Em contrapartida, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 foi elevada para Z%. Essa revisão para cima sugere que os agentes econômicos percebem um cenário de maior dinamismo na economia brasileira no próximo ano. O aumento projeta uma recuperação mais robusta, impulsionada por fatores como o consumo das famílias, o investimento produtivo e um possível aumento das exportações. Contudo, a sustentabilidade desse crescimento dependerá da continuidade das reformas estruturais e da estabilidade macroeconômica.