Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox do ano e reforça orientações de saúde
Porto Alegre confirmou o registro do primeiro caso de mpox (anteriormente conhecido como varíola dos macacos) em 2026, acendendo um alerta para as autoridades de saúde e a população da capital gaúcha. Esta confirmação demanda atenção especial, visto que a doença, embora tenha apresentado uma redução significativa em surtos anteriores, ainda representa um risco, especialmente em aglomerações. A Secretaria Municipal de Saúde tem trabalhado para monitorar a situação e reforçar as medidas de prevenção e controle.
A prefeitura da cidade, ciente da importância de ações proativas, tem intensificado as orientações de saúde pública, com foco especial no período de Carnaval, uma época caracterizada por grandes concentrações de pessoas em eventos e locais públicos. As recomendações incluem a importância da higiene pessoal, como higienização frequente das mãos, e a atenção a sintomas como lesões na pele, febre e mal-estar, que podem indicar a infecção. A comunicação sobre as formas de transmissão e as medidas de proteção é crucial para evitar a propagação do vírus.
A mpox é uma zoonose viral, o que significa que pode ser transmitida de animais para humanos. No entanto, a transmissão entre pessoas ocorre principalmente por contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais, gotículas respiratórias e objetos contaminados. O período de incubação da doença pode variar de 5 a 21 dias, e os sintomas geralmente incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fadiga e, posteriormente, o surgimento de erupções cutâneas que evoluem para bolhas e crostas. A recuperação costuma ocorrer em algumas semanas.
Diante deste cenário, as autoridades de saúde de Porto Alegre reiteram a importância da vacinação em grupos prioritários, quando disponível, e a busca por atendimento médico em caso de suspeita. A colaboração da população em seguir as orientações de saúde e reportar quaisquer sinais da doença é fundamental para o controle do surto e a proteção da comunidade. A vigilância contínua e a resposta rápida são essenciais para mitigar os impactos da mpox na saúde pública.