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Justiça determina retorno de Daniela Mercury a desfiles no Barra-Ondina; cantora comenta posição política

A Justiça da Bahia determinou que o bloco de Daniela Mercury retorne à sua posição tradicional de abrir os desfiles do circuito Barra-Ondina no Carnaval de Salvador. A cantora, que há anos defende causas sociais e políticas, celebrou a decisão, afirmando que já pagou um preço por deter uma posição política. Essa liberação judicial representa uma vitória não apenas para a artista, mas também para os foliões que esperavam ansiosamente pela presença icônica de Mercury abrindo a festa na orla da Barra. A cantora, conhecida por sua energia contagiante e por reinventar o Carnaval baiano ao longo de décadas, sempre utilizou sua plataforma para promover debates e inspirar o público. O retorno ao posto de abertura simboliza a força de sua expressão artística e seu engajamento cívico, que muitas vezes caminham juntos em suas apresentações vibrantes e carregadas de significado. Em suas declarações, Daniela Mercury ressaltou que sua trajetória artística sempre esteve atrelada a um posicionamento claro, e que a visibilidade conquistada também a impulsiona a ser porta-voz de questões importantes. A artista, que já foi indicada ao Troféu Band Folia por sua inspiração a outras mulheres, demonstra a relevância de sua atuação para além da música, moldando o cenário cultural e social do país. A retomada como porta-bandeira do Barra-Ondina é vista como um reconhecimento da importância de sua voz no Carnaval, um evento que, para ela, é um espaço de celebração, mas também de reflexão e empoderamento. Foram muitos os momentos icônicos de Daniela Mercury no Carnaval, e a expectativa é que este retorno traga ainda mais brilho e relevância para a festa. A força de sua mensagem, aliada a um repertório que embala gerações, faz dela um pilar indispensável para a identidade do carnaval soteropolitano. Sua capacidade de adaptação e reinvenção, aliada à consistência de seus ideais, solidifica seu legado como uma das maiores artistas brasileiras, uma referência de empoderamento e engajamento social no cenário musical. A decisão judicial reforça o papel da cantora como uma figura central na cultura brasileira e na luta por espaços de expressão. A cantora, reconhecida por sua atuação que transcende a música e se estende para o ativismo social, vê nesta decisão a oportunidade de reafirmar sua influência e seu compromisso com o carnaval como espaço de manifestação cultural e política. A expectativa é que sua performance este ano seja um marco, celebrando não apenas a alegria carnavalesca, mas também a força da democracia e da liberdade de expressão em um evento de tamanha magnitude para o Brasil.