Flávio Bolsonaro critica Lula e Haddad em eventos e mira visibilidade internacional
Em eventos recentes, o senador Flávio Bolsonaro dirigiu fortes críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, utilizando comparações pouco lisonjeiras para descrever o atual mandatário. Uma das mais marcantes foi a que equiparou Lula a um “Opala velho”, sugerindo que sua relevância estaria em declínio ou que sua gestão seria ultrapassada. Essa retórica busca desqualificar a imagem do presidente, associando-o a algo obsoleto e, possivelmente, problemático em seu funcionamento. A estratégia parece clara: enfraquecer a percepção pública de Lula e preparar o terreno para possíveis candidaturas de oposição. O senador também aproveitou para alfinetar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ironizando sua atuação ao compará-lo com o “melhor ministro do Paraguai”, uma clara tentativa de minar a credibilidade da política econômica do governo federal. Essa fala pode ser interpretada como uma forma de descredibilizar a capacidade técnica e a eficácia de Haddad em sua pasta, associando sua gestão a um desempenho que, na visão de Bolsonaro, seria inadequado ou mal avaliado. A busca por visibilidade internacional também parece ser um objetivo do senador. Em paralelo às críticas internas, há um movimento para que Flávio Bolsonaro ganhe projeção no cenário global. Isso pode envolver agendas em outros países, participação em fóruns internacionais ou estratégias de comunicação voltadas para o público estrangeiro. Tal iniciativa pode ter como finalidade fortalecer sua imagem fora do Brasil, buscando apoio ou reconhecimento em âmbitos que extrapolam as fronteiras nacionais e podem, indiretamente, influenciar a política interna brasileira. A combinação de ataques à oposição com a projeção internacional caracteriza uma tática política multifacetada, que visa consolidar uma base de apoio e expandir sua influência.