Everaldo ausente em Bahia x Fluminense: Zubeldía explica e atacante é alvo de clube árabe
Fernando Diniz, técnico do Fluminense, abordou a ausência do atacante Everaldo na partida contra o Bahia, em entrevista realizada após o jogo. Diniz limitou-se a dizer que “é tudo o que posso dizer” sobre a situação do jogador, o que em geral indica que envolvia negociações em andamento ou a iminência de uma saída. A declaração do treinador sugere que a ausência não se deu por questões táticas ou disciplinares, mas sim por um processo de transferência, possivelmente com um clube estrangeiro. Esse tipo de comunicação é comum no futebol para evitar especulações desnecessárias ou para respeitar acordos de confidencialidade durante negociações.
A ligação de Everaldo com um clube do Oriente Médio não é a primeira vez que um jogador do Fluminense desperta interesse de mercados financeiros mais robustos. Times de ligas como a Arábia Saudita e Emirados Árabes tem investido significativamente na contratação de atletas sul-americanos e sul-coreanos, atraídos pela técnica e potencial de desenvolvimento desses jogadores. Para o atleta, uma transferência para esses mercados pode representar um salto financeiro considerável e a oportunidade de vivenciar diferentes culturas e estilos de jogo.
Paralelamente, o nome de Everaldo também tem sido ventilado em clubes brasileiros. O Vitória, que em 2026 contará com o estádio reformado com vistas para o futuro no Campeonato Brasileiro, especula a contratação de jogadores com bom histórico no futebol regional. O fato de Everaldo ter histórico no Bahia, rival do Vitória, pode ser um fator a ser considerado pela diretoria rubro-negra. Essas sondagens, mesmo que futuras, mostram que o atacante é visto como um ativo valioso no mercado, seja para o futebol internacional ou nacional.
Zubeldía também comentou sobre os gols perdidos pela equipe, o que é uma preocupação recorrente para técnicos de futebol, independentemente do desempenho geral. A capacidade de finalização de um time pode ser tão crucial quanto a criação de jogadas. Quando as oportunidades de gol não são convertidas, isso pode afetar o placar, a confiança dos jogadores e, consequentemente, os resultados da equipe. A gestão dessas frustrações e a busca por aprimoramento na pontaria são desafios constantes para comissões técnicas, visando sempre otimizar o rendimento em campo.