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Estudo pioneiro usa genética para entender a resposta de pacientes à esclerose múltipla

Uma descoberta promissora na área da neurologia está revolucionando o tratamento da esclerose múltipla (EM). Um estudo pioneiro, publicado recentemente, investiga a relação entre a genética de pacientes e a resposta a medicamentos imunossupressores. A esclerose múltipla é uma doença autoimune crônica que afeta o sistema nervoso central, causando uma variedade de sintomas neurológicos debilitantes. Tradicionalmente, a seleção de tratamentos para a EM baseia-se em fatores como a agressividade da doença e a presença de certas características clínicas. No entanto, a variabilidade na resposta dos pacientes aos medicamentos tem sido um desafio persistente, levando a tentativas e erros e, por vezes, à exposição a tratamentos ineficazes e com potenciais efeitos colaterais significativos.