Jovem assassinada pelo ex em BH planejava fugir do país com a filha por medo
Bruna Laco Stella, de apenas 24 anos, era uma jovem com planos que foram brutalmente interrompidos na última semana em Belo Horizonte. A vítima foi assassinada pelo ex-companheiro na frente da própria filha de cinco anos, um ato covarde que chocou a todos e expôs a crueldade de um relacionamento marcado pela violência e obsessão. Segundo relatos de familiares e amigos, Bruna já vinha sofrendo ameaças e perseguições por parte do ex-namorado, que não conseguia lidar com o término do relacionamento. O medo era tanto que a jovem já planejava deixar o Brasil com a filha para buscar um recomeço longe do agressor. Ela acreditava que essa seria a única forma de garantir a segurança e a paz para ambas. O sonho de uma vida nova, livre do assédio e da violência, se transformou em um pesadelo fatal. A filha da vítima, testemunha involuntária da tragédia, chegou a dizer aos policiais que o papai matou a mamãe, uma frase que resume a frieza e o horror do ocorrido e que assombra a todos que tomam conhecimento do caso. A dor e a revolta tomam conta da família e dos amigos de Bruna, que clamam por justiça e por medidas mais eficazes de combate à violência contra a mulher. Este lamentável episódio ressalta a urgência de políticas públicas que olhem com mais atenção para os casos de feminicídio e que ofereçam amparo e proteção a mulheres em situação de risco, antes que seja tarde demais. A história de Bruna é mais um alerta sobre a necessidade de combater a cultura do machismo e a violência de gênero em nossa sociedade, garantindo que outras vidas não sejam ceifadas da mesma maneira brutal. A pequena vítima, que perdeu a mãe de forma tão trágica, agora precisa de todo o suporte possível para lidar com o trauma e a perda irreparável, além de ter seu futuro garantido com segurança e cuidado.