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Médica relata surra de 6 minutos do namorado fisiculturista no dia do seu aniversário

Uma médica que foi brutalmente agredida pelo seu então namorado, um fisiculturista, no dia do seu aniversário, decidiu quebrar o silêncio e relatar o pesadelo que viveu. O ataque, segundo a vítima, durou cerca de seis minutos e resultou em ferimentos graves, que deixaram seu rosto desfigurado. Ela conta que, durante a surra, precisou fingir desmaio para tentar sobreviver à fúria do agressor, que a agredia mesmo quando a via sem reação. A situação chocou pela violência extrema e pela crueldade de o crime ter ocorrido em uma data significativa para a vítima. A médica, que prefere não ser identificada neste momento por questões de segurança e para preservar sua integridade emocional, narrou que as agressões começaram após uma discussão banal, mas rapidamente escalaram para uma violência desproporcional. Em determinados momentos, ela temeu que não sobreviveria, especialmente quando o agressor chegou a proferir frases ameaçadoras sobre o que faria ao saber que ela estava acordada, evidenciando um sadismo alarmante. O caso trouxe à tona novamente a preocupante questão da violência doméstica, especialmente contra mulheres na área da saúde, que muitas vezes se encontram em posições vulneráveis apesar de sua profissão. As lesões sofridas pela médica incluem fraturas e edemas significativos, exigindo um longo processo de recuperação física e psicológica. A força do agressor, potencializada pelo seu treinamento como fisiculturista, aumentou ainda mais a gravidade dos ferimentos. A médica expressou seu desejo de que sua história sirva de alerta para outras mulheres que possam estar passando por situações semelhantes, encorajando-as a buscar ajuda e a não se calarem diante da violência. A comunidade médica e a sociedade em geral manifestaram repúdio ao ocorrido, prestando apoio à vítima e reforçando a necessidade de políticas mais eficazes de combate à violência contra a mulher, com foco especial em agressores que utilizam força física de forma brutal em seus ataques. A esperança agora é que a justiça seja feita e que o agressor responda pelos seus atos, servindo como exemplo para dissuadir futuros crimes dessa natureza. A recuperação, tanto física quanto emocional, será um caminho árduo, mas a força da médica em compartilhar sua história é um passo importante nessa jornada.